Carla Garrido Oliveira

Carla Garrido de Oliveira, Arquitecta, Professora Auxiliar na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, FAUP, e membro do Conselho de Representantes FAUP desde 2018. Licenciada em Arquitectura (FAUP 1998), Mestre em Metodologias de Intervenção no Património Arquitectónico (FAUP 2009), e Doutorada em Arquitectura (FAUP 2016).

No âmbito da primeira missão da universidade, leccionou Projecto 2, 2004-2009, e lecciona História da Arquitetura Portuguesa desde 2009, pela qual é responsável desde 2022, bem como pela Dissertação do Mestrado Integrado em Arquitectura, MIArq, desde 2018; a partir de 2025 integra o corpo docente do Programa de Doutoramento em Arquitectura.

Membro do Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo, CEAU, grupo Arquitectura: Teoria, Projecto, História, ATPH, os seus interesses de investigação abrangem a Arquitectura Portuguesa de longa duração, com diversos contributos publicados entre os quais se destacam uma nova interpretação das saunas no Noroeste português da Idade do Ferro como casas de parto, ou maternários; e a obra de Raul Lino na charneira moderna entre os séculos XIX e XX, ela própria um projecto-história da Arquitectura Portuguesa.

De entre os projectos de investigação que integra, assinala-se o recentemente concluído Computer-Based Visualisation of Architectural Cultural Heritage, COVHER, com contributos no domínio da história da arquitectura e das problemáticas em torno da documentação e preservação do património, na reconstituição de objectos-edifícios através de tecnologia de modelação e visualização digital, com objectivos de natureza científico-pedagógica.
Pela Estrema: Viagem pela viagem de Duarte d’Armas, perspectivas presentes de territórios limiares, publicado em 2025 pela Ordem dos Arquitectos, OA-SRN, no âmbito da 14ª edição do Prémio Fernando Távora, regista a Jornada da equipa vencedora pela fronteira entre Portugal e Espanha através do Livro das Fortalezas… reconhecendo e representando, mais de cinco séculos depois, a metamorfose do Tempo nos Lugares, abordando simultaneamente problemáticas contemporâneas sobre território, fronteiras, política, economia e migrações.

Carla Garrido Oliveira

Carla Garrido de Oliveira, Arquitecta, Professora Auxiliar na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, FAUP, e membro do Conselho de Representantes FAUP desde 2018. Licenciada em Arquitectura (FAUP 1998), Mestre em Metodologias de Intervenção no Património Arquitectónico (FAUP 2009), e Doutorada em Arquitectura (FAUP 2016).

No âmbito da primeira missão da universidade, leccionou Projecto 2, 2004-2009, e lecciona História da Arquitetura Portuguesa desde 2009, pela qual é responsável desde 2022, bem como pela Dissertação do Mestrado Integrado em Arquitectura, MIArq, desde 2018; a partir de 2025 integra o corpo docente do Programa de Doutoramento em Arquitectura.

Membro do Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo, CEAU, grupo Arquitectura: Teoria, Projecto, História, ATPH, os seus interesses de investigação abrangem a Arquitectura Portuguesa de longa duração, com diversos contributos publicados entre os quais se destacam uma nova interpretação das saunas no Noroeste português da Idade do Ferro como casas de parto, ou maternários; e a obra de Raul Lino na charneira moderna entre os séculos XIX e XX, ela própria um projecto-história da Arquitectura Portuguesa.

De entre os projectos de investigação que integra, assinala-se o recentemente concluído Computer-Based Visualisation of Architectural Cultural Heritage, COVHER, com contributos no domínio da história da arquitectura e das problemáticas em torno da documentação e preservação do património, na reconstituição de objectos-edifícios através de tecnologia de modelação e visualização digital, com objectivos de natureza científico-pedagógica.
Pela Estrema: Viagem pela viagem de Duarte d’Armas, perspectivas presentes de territórios limiares, publicado em 2025 pela Ordem dos Arquitectos, OA-SRN, no âmbito da 14ª edição do Prémio Fernando Távora, regista a Jornada da equipa vencedora pela fronteira entre Portugal e Espanha através do Livro das Fortalezas… reconhecendo e representando, mais de cinco séculos depois, a metamorfose do Tempo nos Lugares, abordando simultaneamente problemáticas contemporâneas sobre território, fronteiras, política, economia e migrações.

Manifesto Pessoal

A força serena da empatia, para uma liderança humanista matricial

A minha formação como pessoa e profissional passa há 33 anos pela Universidade do Porto, em movimento dinâmico pela sua estrutura, missão e transformação. Apresento-me assim cívica, profissional e academicamente ao serviço da (re)construção permanente do futuro da Universidade, convicta numa renovação humanista integradora de arte, ética e técnica, de herança e legado, promovendo rigor com paixão e compaixão, ambição com modéstia, exigência com gentileza.

4 + 1 missão

Ensino e aprendizagem, investigação científica, transferência de conhecimento e internacionalização, adaptadas à dimensão digital enfrentam agora um novo colosso nos exponenciais poderes da inteligência artificial, cujo domínio e domínios (para já) insondáveis exigem ser enfrentados também ou sobretudo com ética e humanismo.

A primeira missão da Universidade transfere-se a passos largos da transmissão de conhecimento para a estruturação e formação de cultural e cidadania, do desempenho e competência técnicos para a (re)invenção de um posicionamento humanista e ético, tão rigoroso quanto compassivo.

A investigação esgotar-se-á se apenas ao serviço de si própria; a sua condição mediadora cumprir-se-á servindo tanto ao ensino como à transferência e aplicabilidade de conhecimento em proximidade com a sociedade; a tolerância e diplomacia culturais inerentes à internacionalização requerem ser situadas, cientes do contributo e complementaridade das diferenças e circunstâncias, sem pretensões ingénuas de universalismo. A universalidade do presente requer uma ecologia antiga e futura, uma mesologia consciente do planeta como suporte primeiro, e último, mesmo na benevolente actuação de formas de inteligência artificial; cabe à Universidade preparar para a cidadania, ética e matriz ecológicas.

No pressuposto do domínio do conhecimento no âmbito das Ciências e Tecnologia e Saúde, numa Universidade ao serviço e como representação, não de uma empresa, mas de uma sociedade, Arquitectura e Artes, Humanidades e Ciências Sociais não poderão ser menorizadas!

representatividade, governança, conselho

Tal como a Universidade, o seu Conselho representará e actuará na solidariedade de uma comunidade ampla e plural, de valores universais mas sem universalismos, antes aberta e disponível ao consenso de diferentes áreas, disciplinas e perspectivas: Arquitectura e Artes, Humanidades e Ciências Sociais não poderão estar representadas em somente uma quarta parte dos docentes-investigadores (3 em 12, como agora determinado); a garantia de representatividade assegurada por circunscrições eleitorais não poderá jamais constituir limitação; no espírito da autonomia das diferentes Unidades Orgânicas, por princípio, todas deveriam estar representadas no Conselho Geral, por todas serem relevantes, e não por qualificação ou quantificação (seja objectiva ou subjectiva).
Até porque, parafraseando Abel Salazar, parafraseado por Fernando Távora, quem só sabe de ciências-tecnologia-saúde, nem de saúde-tecnologia-ciências sabe.

O Conselho Geral da Universidade do Porto, na sua condição representativa, não poderá continuar a ser patriarcal!* E contudo, uma equidade matricial, possível mesmo no pressuposto do mérito, não será atingida por cotas, caberá à Universidade e ao seu Conselho engendrar como o fazer. O Conselho Geral deverá igualmente actuar como modelo para a Universidade e a sociedade civil na valorização da participação e contributos das carreiras de todos, sejam estudantes, professores, investigadores ou operadores (é necessário imaginar uma designação mais justa e integradora que não a de pessoal não… docente ou investigador); e também modelarmente, defender as condições laborais e contratuais de todos, seja qual for a natureza do vínculo –a ser frágil, quanto mais, maior protecção.

Está em causa o Conselho, mas no âmbito da Universidade, da sua Missão múltipla, da representatividade e da governança, das Unidades Orgânicas, das Ciências, da Tecnologia, da Saúde, das Humanidades, das Ciências Sociais, da Arte e da Arquitectura.

* Para o mandato indicado, número de representantes dos… |Professores e Investigadores |Estudantes | Pessoal… |Personalidades Externas, dos quais… _mulheres (% no universo de cada subgrupo e no total):
2017: 12_3 (25,0%) | 4_1 (25,0%) | 1_0 | 6_2 (33,3%) = 23_6 (26,09%);
2021: 12_2 (16,7%) | 4_3 (75,0%) | 1_0 | 6_1 (16,7%) = 23_6 (26,09%);
para o mandato de 2025, os estudantes far-se-ão representar equitativamente.